ALTER HOMO - filosofia, 88 páginas


Ivan Wrigg Moraes

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Alter Homo (Uma conversa com Nietzsche) é uma conversa imaginária do poeta Ivan Wrigg Moraes, um dos grandes escritores contemporâneos, com o filósofo Wilhelm Friedrich Nietzsche, um dos maiores pensadores de todos os tempos. Não é, como pode parecer à primeira vista, um enfrentamento de pensamentos contrários, mas, a procura da fusão, da amálgama de um discurso aberto sobre dissonâncias, sobre discordâncias, que têm em comum o bem do ser humano.
Ivan Wrigg foi ao encontro de Nietzsche, desarmado de verdades prontas. Nu diante do Mistério e da Sabedoria. Aberto a uma conversa de dúvidas e questionamentos. Uma conversa sobre homens comuns, não sobre super-homens. Uma conversa simples e direta sobre humanidades. Assim, à posse da verdade do homem de Nietzsche (sempre inconclusa), Ivan Wrigg contrapõe o foco no não-aprisionamento do homem a conceitos, propondo “asas para o amor”, porque a única lógica é a do amor, com suas idiossincrasias e paroxismos: “Louvado seja o homem, na busca do amor”, diz. E, humilde diante do Mestre, poetisa: “Não quero ser teu carrasco. Não tenho armas para isso”. Logo, o poeta nos ensina sobre a pequenez do homem e de sua palavra; e nos fala da não-competição, a não ser no caminho das novas idéias sobre idéias estagnadas.
Dividido em duas vigas centrais, Alter homo e Alter homo – a nova caverna (as conversas com Nietzsche, propriamente ditas) vêm entremeadas por duas parábolas belíssimas, A casa de cômodos e O homem e a montanha, que fazem ponto exemplificador ao pensamento do poeta. O Homem X o Super-Homem.
Escrito em linguagem coloquial, Alter Homo pode ser entendido pela maioria dos leitores, que não precisam ser experts em Nietzsche ou estudiosos em filosofia para penetrar nesse universo denso de sombras, cavernas e mistérios da natureza humana.
A conversa com o filósofo vai além de um estudo, ou de um ensaio, ou de qualquer teoria acadêmica. Ela coloca luz onde há treva; sol onde há a escuridão e a solidão da caverna. Ivan Wrigg Moraes crê na esperança de “somar pirilampos”, de conjugar o “verbo humanizar”.
Um livro para quem acredita no Homem como alavanca do próprio Homem.

TANUSSI CARDOSO
Pres. do Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro

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